Skip to main content
Stefanini Tide Experience
Design Thinking
Expectativas
“Muitas empresas são como baleias:
Quando uma baleia morre, leva anos para
atingir o fundo do mar. Até que isso aconteça,
outras criaturas do mar se alimentam de seus
restos. Empresas que falham em adotar o
design thinking não percebem que estão
mortas ou morrendo e que estão sendo
consumidas.”
Jason Wild, Vice-Presidente Sênior na Salesforce
Fortune Brainstorm Design Conference, 2019
Contexto
“Qualquer empresa projetada para o sucesso
no século XX, está fadada ao fracasso no
século XXI.”
David S. Rose, Cofundador da Singularity University
Competitividade e
sustentabilidade
Nossas estruturas organizacionais evoluíram
basicamente para gerenciar a escassez de
pessoas, de dinheiro e de ativos/recursos.
Burocráticas e rígidas
Oportunidades
Oportunidades
Ameaças
Organizações lineares vs.
Ambientes exponenciais
Digitalização Decepção
Disrupção
Desmaterialização
Desmonetização
Democratização
TEMPO
CRESCIMENTO
“Softwares estão devorando o mundo, em
todos os setores. No futuro, todas as
empresas serão empresas de software.”
Mark Andreesen, Fundador da NetScape
Prática Transacional vs.
Desejo Relacional
Visão reducionista vs.
Experiênciação holística
Competitividade &
Sustentabilidade &
Estabilidade &
Rigidez.
Conectividade &
Abundância &
Autonomia &
Usuário.
Tendências
“Os empresários não precisam entender
melhor os designers. Eles precisam ser
designers.”
Roger Martin, 2013
Nomeado #1 Acadêmico de Gestão do mundo em 2017
“Temos visto em todas as nossas pesquisas, os
CEOs estão muito focados em torno da
experiência do cliente.”
John Armstrong, Líder da iniciativa IBM Interactive Experience na América do Norte, 2014
“(…) Uma tendência muito bem estabelecida:
grandes empresas pagando muito dinheiro por
expertise em design.”
Kyle Vanhemert, 2015
Etapa 1: Design não-intencional
O design desempenha apenas uma parte
pequena ou muito periférica nas operações
do negócio.
Etapa 2: Design como forma
O design é usado na interface com os
clientes, para levar um acabamento final a
um produto ou serviço.
Etapa 3: Design como processo
O design é um fator importante nos
negócios e está integrado em muitos
aspectos das operações e da entrega.
Etapa 4: Design como estratégia
O design é um elemento central e
determinante nos negócios - é um fator
essencial no estratégia de negócio.
Danish Design Centre, 2001
“Empresas que trabalham sistematicamente
com design têm uma vantagem de 22% no
crescimento da receita quando comparadas
àquelas empresas que não aplicam design,
além de promoverem uma maior geração de
empregos e maior volume de exportações.”
The economic effects of design, 2003
Danish Design Centre & The Danish Agency for Enterprise and Housing
“Embora frequentemente associado apenas à
estética e à aparência dos produtos, a
aplicação do design é muito mais ampla. A
metodologia do Design é útil para integrar
fatores ambientais e econômicos no
desenvolvimento de bens, serviços e
sistemas.”
European Comission’s Report, 2009
“As empresas que investem em design
tendem a ser mais inovadoras e rentáveis,
além de crescer mais rápido do que aqueles
que não o fazem.”
European Comission’s Report, 2009
“As empresas no primeiro quadrante de
desempenho em design estão crescendo suas
receitas em duas vezes a taxa de seus pares, e
seus retornos para os acionistas tem crescido
70% mais rápido.’’
The Business Value of Design
McKinsey & Company, 2018
“O design pode ser tanto um recurso para,
quanto uma forma de, inovação. Ele se adapta
para atender a demanda e as necessidades dos
usuários, mas também gera e fornece ideias
que extrapolam o contexto do desafio inicial.”
The design economy 2018
British Design Council
Design
Thinking
Design (?)
Expectativas muito altas
Um produto, não uma solução
Sem necessidade clara
Invenção, não inovação
Regulação
Expectativas muito altas
Um produto, não uma solução
Sem necessidade clara
Invenção, não inovação
Regulação
“A base da inovação é criar significado.”
Guy Kawasaki
https://youtu.be/_r0VX-aU_T8
É um modelo mental, uma abordagem prática
para solucionar problemas complexos através
de um olhar humano.
Possível
(tecnológico)
Desejável
(humano)
Viável
(econômico)
Inovação
Muito além da aparência
Envolver pessoas
Criar experiências
Empatia
Colaboração
Experimentação
Colocar-se no lugar do outro,
despir-se de pressupostos e
compreender o contexto e ações
do outro, acolher, assimilar e
acomodar perspectivas alheias.
Colocar as pessoas no centro.
Entender as pessoas de forma
mais integral.
Empatia
Pensar conjuntamente, cocriar
em equipes multidisciplinares
para que nosso pensamento e
capacidade de entendimento se
multiplique exponencialmente.
Envolver diferentes atores.
Com a colaboração se busca
novos olhares sobre o desafio.
Colaboração
Sair do campo das ideias da fala.
Construir e testar soluções para
evitar problemas na fase de
implementação.
Usar a experimentação para
aprender. Entender que errar faz
parte do processo de
aprendizagem.
Experimentação
Duplo Diamante
HPI Stanford
HPI Stanford
Variação IDEO
Serendipity by design
Cultura de interrupção
Criatividade desconstrutiva
Aceitação do erro
“Parte de manter uma cultura criativa
próspera é dar às pessoas tempo e permissão
para se divertir. ”
Tim Brown, CEO IDEO
“Não é um ‘um/ou’, é um ‘e’. Você pode ser
sério e se divertir.”
Tim Brown, CEO IDEO
Case Ressonância
Tecnologia não é um requisito,
é um potencializador.
Não é simplesmente copiar a
solução de outro contexto.
Qual é o problema do seu usuário?
O que ele precisa resolver?
Qual o estado emocional dele?
Quais as expectativas dele?
Case Airbnb
Startup (enxuta e ágil)
Acelerada pela Y Combinator
Foco em soluções escaláveis
Case Blockbuster
Jon Antioco, CEO 1997 – 2007
Proposta da Netflix em 2000
Falência em 2010
Case PillPack
https://youtu.be/PtBNhNG59GU
Experiência primeiro
Produto depois
Na prática
Modelo Stefanini
Na etapa inicial estabeleceremos uma visão
panorâmica do contexto de atuação da
organização mapeando os atores e a realidade do
negócio, um histórico do mercado e tendências
que influenciem o uso do serviço.
Mergulhar
Análise do negócio e mapeamento do
contexto do serviço;
Análise de tendências de negócios,
comportamentais e tecnológicas;
Pesquisa de serviços similares e análogos;
Estudo das necessidades e desejos sobre o
desafio.
Buscamos o entendimento das reais necessidades
das pessoas e como elas se relacionam com o
ecossistema. Além de observação e entrevistas,
são utilizadas técnicas participativas que facilitam
o estabelecimento de empatia com os atores do
cenário e a geração de insights qualificados.
Direcionar
Compreensão dos perfis de usuários;
Identificação de usuários extremos;
Avaliação da experiência do usuário;
Identificação dos oportunidades para
direcionamento da etapa de criação.
A partir dos insights levantados, organizamos a
complexidade e delimitamos o problema a ser
resolvido. Na fase de ideação começamos a
efetivamente “pensar fora da caixa”, cocriando
possibilidades e propondo soluções para o
problema trabalhado.
Idear
Definição de jornada a ser prototipada;
Realização de workshops de cocriação com
usuários e stakeholders;
Definição dos princípios direcionadores do
serviço;
Estruturação da proposta de valor.
Com a consolidação dos insights em mãos, é
possível priorizar as entregas de valor junto ao
usuário final, refinando e melhorando até que elas
se transformem em uma verdadeira solução de
serviço, para oferecer uma experiência coerente
ao longo de toda a oferta.
Testar
Prototipação e validação de ideias;
Priorização das possibilidades e soluções;
Estruturação de backlog de
desenvolvimento e implantação.
Uma ponte
“Se eu tivesse uma hora para resolver um
problema, eu passaria 55 minutos pensando
sobre o problema, e cinco minutos pensando
sobre a solução.”
Albert Einstein
“As pessoas têm uma coisa em comum:
são todas diferentes.”
Robert Zend
Entrevistas de campo
Olhar etnográfico
Design participativo