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Palestra LEAN – 22/07/2012
     igor.mateus@oi.com.br
  http://estudosespiritas.tk




                           Cap. XXI – 8 e 10
» Relembremos alguns conceitos deste capítulo:
    ˃ O verdadeiro profeta é “todo enviado de Deus com a missão de instruir
      os homens e de lhes revelar as coisas ocultas e os mistérios da vida
      espiritual.”;
    ˃ Jesus Cristo é o grande exemplo que temos do que signifique em
      essência um verdadeiro profeta.
    ˃ No entanto, ele mesmo, prevendo os acontecimentos futuros, nos
      advertiu quanto à existência dos falsos Cristos, e nos deu o meio de
      reconhecê-los: pelos seus frutos.

“A árvore que produz maus frutos não é boa e a
árvore que produz bons frutos não é má; -
porquanto, cada árvore se conhece pelo seu
próprio fruto. Não se colhem figos nos espinheiros,
nem cachos de uvas nas sarças. - O homem de
bem tira boas coisas do bom tesouro do seu
coração e o mau tira-as más do mau tesouro do
seu coração; porquanto, a boca fala do de que
está cheio o coração.” (LUCAS, VI, 43 a 45)
» Relembremos alguns conceitos deste capítulo:
   ˃ Kardec, reforçando e ampliando a mensagem do Cristo, vem nos dar
     explicações da razão de existência desses falsos profetas,
     demonstrando-os como homens de grande desenvolvimento
     intelectual, utilizado como meio de exploração dos mais simples.




“O verdadeiro profeta se reconhece por mais sérios caracteres e
exclusivamente morais.” (ESE, XXI – 5)
» Relembremos alguns conceitos deste capítulo:
     ˃ E a Doutrina Espírita amplia ainda mais os nossos horizontes quando
       nos convida a refletir sobre os falsos profetas nos dois planos da vida:
“O Espiritismo revela outra categoria bem mais perigosa de falsos Cristos e
de falsos profetas, que se encontram, não entre os homens, mas entre os
desencarnados: a dos Espíritos enganadores, hipócritas, orgulhosos e
pseudo-sábios, que passaram da Terra para a erraticidade e tomam nomes
venerados para, sob a máscara de que se cobrem, facilitarem a aceitação
das mais singulares e absurdas idéias.” (ESE, XXI – 7)
FULANA DOS ANZÓIS




                    FULANA DOS ANZÓIS
Um homem foi até um desses “consultórios espirituais”,
                                 se assim podemos chamar, aproximou-se do médium
                                 que havia incorporado um espírito e disse assim:

                                 -Olha, eu cansei de ser pobre. O senhor tem que me
                                 ajudar, preciso dar um jeito na minha vida.
                                 - O que o senhor quer que eu faça?
                                 - Ah! Eu quero ganhar na loteria.
                                 - Ah! Mas é muito difícil.
                                 - Mas eu sei que você pode conseguir. Por favor, eu
                                 preciso.

                                 O espírito silenciou e depois recomendou:
                                 -Está bem, amanhã jogue o número 23.492.

                                 Então, o protegido, muito animado, vendeu o seu
                                 televisor que estava velho, o jogo de sofá, emprestou
                                 dinheiro a seus amigos, apropriou-se do salário da
                                 filha, e fez o jogo recomendado. Certo que era o mais
        RICHARD SIMONETTI        novo milionário.
da obra “Uma razão para viver”
À tarde, na hora do sorteio ligou o rádio e ouviu:
                                 -Vinte e três mil... Meu Deus, exclamou. Vai dar! Vai
                                 dar! Quatrocentos e noventa e...Estou rico, já ganhei!!!
                                 Quatrocentos e noventa e três. Três!!! Está errado. É
                                 dois.

                                 E o locutor repetiu que o bilhete premiado era o 23.493.
                                 Ele não se conformava. Houve um engano, dizia ele.
                                 Telefonou para a emissora e não havia o erro. Perdera
                                 por um único algarismo, enterrando-se em dívidas e
                                 muito mais preocupações.
                                 Então, correu até o guia.

                                 -Uma desgraça! Joguei o que eu não possuía e perdi.
                                 Mas o que houve? O senhor recomendou 23.492 e deu
                                 23.493.

                                 Então o espírito, cheio de animação, respondeu:
                                 -Ah! Meu filho. Fico feliz, quase acertamos. Talvez dê
                                 certo na próxima...
        RICHARD SIMONETTI
da obra “Uma razão para viver”   Fora apenas um palpite.
“Não creais em qualquer
espírito; experimentai se
os espíritos são de
Deus, porquanto muitos
falsos profetas se têm
levantado no mundo”.

           (I Epístola de João 4, 1)
Forçoso distinguir sempre o exterior do conteúdo.

Exterior, atende à informação e ao revestimento.
Conteúdo, porém, é substância e vida.

Exterior, em muitas ocasiões, afeta unicamente os
olhos.
Conteúdo alcança a reflexão.

A casa impressiona pelo feitio.
O interior, contudo, é que lhe decide o
aproveitamento.

Exterior consegue enganar. Um frasco, indicando
medicamento é capaz de trazer corrosivo. Uma bolsa
aparentemente inofensiva pode encerrar uma bomba.

Conteúdo, entretanto, fala por si. A essência disso ou
daquilo é ou não é.
                                   EMMANUEL
                                   da obra “Livro da Esperança”
                                   Psicografia de Francisco Cândido Xavier
igor.mateus@oi.com.br
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MUITA PAZ!